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1ª Conferência Web W3C - Eu fui!

Eu estou escrevendo um pouco muito atrasado, mas não eu não poderia deixar de falar sobre a 1ª Conferência Web da W3C. A conferência foi organizada pela W3C em parceria com o CGI.BR nos dias 23 e 24 de novembro e eu tive a oportunidade de acompanhá-la e é de lá que vem o meu primeiro post no blog da Dito.

O evento contou com ótimos palestrante e discutiu assuntos já conhecidos por nós através de abordagens totalmente diferentes. Ah, Marcelo Linhares estava comigo durante todo o evento.

No primeiro dia tivemos duas palestra internacionais:
- Anne van Kesteren da Opera Software e editor do documento oficial do HTML5. Sua palestra nos mostrou um pouco do mundo do HTML5 como as novas tags <canvas>, <video>, <audio> que facilitará a vida tanto do usuário como principalmente do desenvolvedor, isso claro quando a Microsoft implementar o HTML5.
Nessa palestra também foi citado o “fracasso” do XHTML, onde ele sai de cena para a vinda do HMTL5, o “contentEditable” que foi criado pela microsoft para a edição de Rich-Text diretamente do browser e adotado pelo novo HTML. Ele também cita o uso de um Banco de dados no Client-side mas não deu muitos detalhes não.

- Seguindo, Patrick Sinclair, engenheiro de Software da BBC de Londres nos mostrou como funciona o gerenciamento de conteúdo da BBC utilizando a Web Semantica, e o que mais me surpreendeu: Boa parte do conteúdo do site da BBC é formado de fontes externas como wikipedia, flickr etc (http://www.slideshare.net/metade/linked-data-on-the-bbc). Enquanto Paulo Markun da TV Cultura fala que convencer os editores de que o conteúdo gerado por usuários é bom, a BBC faz desse o próprio conteúdo.

Em sua participação no evento o jornalista Paulo Markun falou bonito e nos disse que o programa Roda viva foi o primeiro programa de televisão a ir para o twitter e também declarou que o que segura a divulgação dos materiais digitais da TV Cultura são os direitos autorais.

No segundo dia tivemos o tutorial sobre Ontologia feito pelo Giancarlo Guizzardi. Nesse tutorial ele tratou a Web Semântica num nível muito bom, e nos fez perceber que WS vai muito mais além do código e abrange uma área de estudo enorme e que para a WS seja realmente “implantada”, é exigido um planejamento das empresas desenvolvedoras com seus produtos.

Não tive a oportunidade de acompanhar a palestra das agencias digitais, mas vi que pelo Twitter estava muito interessante e os palestrantes Saulo Medeiros, João Cabral e Cláudio Coelho mostraram como será o futuro das agencias digitais e como elas usaram a Web Semântica a seu favor.

Após o almoço os palestrantes Lêda Spelta e Horacio Soares nos mostraram como a vida de um deficiente é extramemente difícil com relação a navegação e intedimento na maioria dos sites. O site escolhido pelos palestrantes como exemplo nos deu uma clara idéia do que não deve ser feito e como o uso dos padrões WEB ajuda os leitores de tela na interpretação do site.

Por último e para fechar o evento tivemos o Café com Browser com os representantes da Opera(Patrick Browne), IE(Fernando Gebara), FF(Márcio Galli), onde eles esclareceram várias duvidas dos desenvolvedores. Senti falta dos repreesentantes dos outros  browsers como o Safari e Chrome ou até mesmo um representante do WebKit. No fim da palestra perguntei para o Fernando Gebara sobre o projeto Gazelle da Microsoft, que é um projeto de pesquisa par aum novo browser e ele me disse que não existe nada de oficial sobre o assunto a não ser o PDF publicado pela microsoft e que não necessariamente o browser pode ser lançado, mas suas técnicas podem vir a ser aplicadas em outros projetos da MS.

No final do evento ganhamos uma camisa de presente da Opera, que por sinal é muito legal.

Conclusão:
Eu senti um pouco da falta de “código” no evento mais foi muito bem compensado pelas outras abordagens. Por mais que já ouvimos falar de Web Semântica, HTML5 e etc, o evento abriu nossos olhos de uma forma nova que eu particularmente não conseguiria ter essa visão se não pelo evento. A web está crescendo e ficando cada vez mais profissional e com isso temos a necessiadade de organizá-la de forma que ela faça sentido.

Olimpíada do Conhecimento no Orkut!

Recentemente foi lançado no Orkut o aplicativo “Olimpíada do Conhecimento”, feito em parceria entre a Dito Internet e a 5clicks, a partir de uma iniciativa da GLOBO Minas, SESI, SENAI e FIEMG. Com uma execução em tempo recorde, o aplicativo está sendo motivo de muito orgulho para nós, da Dito.

Para quem não sabe, aplicativos para o Orkut são feitos utilizando OpenSocial, API desenvolvida pela Google para centralizar a produção de aplicativos para redes sociais. Se você possui uma conta no Orkut, para instalar o “Olimpíada do Conhecimento” basta clicar aqui.

O “Olimpíada do Conhecimento”, além de divulgar o evento homônimo promovido pelo SESI e SENAI, serve como uma disputa saudável online, com o objetivo de descobrir quem sabe mais sobre diversos temas, desde conhecimentos gerais a astronomia! Todo participante tem o direito de enviar suas próprias perguntas e ganha pontos pela aprovação da mesma. O resultado foi um sucesso: com apenas 2 dias no ar, mais de 400 perguntas foram aprovadas e a disputa pelo primeiro lugar no ranking estava bem acirrada.

As equipes desenvolvedoras tiveram um ótimo desempenho, conseguiram fazer – em um prazo apertado – um trabalho de excelente qualidade. Parabéns à Dito e à 5clicks! E não se esqueçam de instalar o “Olimpíada do Conhecimento” e concorrer pelo primeiro lugar do ranking!

Setor de TI cresce com a crise

Setor de tecnologia da informação cresce com a crise

O pessoal do Jornal Nacional esteve lá na Dito para essa reportagem sobre o crescimento do setor de TI, mesmo com a crise. É nois na Globo!!!

Traduzindo nome dos meses no rails 2.2

O Rails 2.2 utiliza o i18n para suportar a internacionalização.

Para a tradução deve-se criar o arquivo config/locales/pt-br.rb que conterá as informações da tradução.

O formato deste arquivo pode ser em ruby hash ou YAML. Abaixo está o exemplo do arquivo para o nome dos meses utilizando ruby hash.


{
:'pt-BR' =>{
:date => {
:order => [:day, :month, :year],
:month_names => [nil] + %w[Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro]
}
}
}

Para que o idioma padrão seja o pt-br, deve-se definí-lo no environment.rb adicionando a seguinte linha:

config.i18n.default_locale = "pt-BR"

Um dos modos de se visualizar o funcionamento desta alteração é utilizando o date_select.

Instalando o git (utilizando o gitosis)

Há várias formas para começar usar um servidor git. Dentre elas podemos citar:

É possível apenas instalar o git em um servidor e colocar os repositórios em pastas públicas do servidor.

Outra possibilidade é hospedar utilizando algum serviço web como por exemplo github e o gitorious

O Gitorious pode ser instalado em um servidor próprio como mostrado no tutorial do Akita

Outro modo bem rápido de se instalar o servidor git, utilizando ssh é através do Gitosis.

Segui o tutorial em http://scie.nti.st/2007/11/14/hosting-git-repositories-the-easy-and-secure-way e não tive problemas na instalação. E é este artigo que segui como base para fazer este post.

Fiz a instalação no ubuntu e o que fiz foi:

Primeiramente voce deve ter o git instalado no seu servidor. Caso não tenha basta utilizar o apt para instalar

sudo apt-get install git-core

Após instalado o git, deve-se baixar o gitosis.

git clone git://eagain.net/gitosis.git 

Depois de baixar o gitosis deve-se instalá-lo, para isto:


cd gitosis
python setup.py install

Caso receba uma mensagem como:

-bash: python: command not found

ou

Traceback (most recent call last):
File "setup.py", line 2, in ?
from setuptools import setup, find_packages
ImportError: No module named setuptools

Estas mensagens ocorrem porque voce não tem o pacote python-setuptools instalado. Para instalá-los basta:

sudo apt-get install python-setuptools

Após instalado o pacote python-setuptools execute a instalação do gitosis novamente.

Com o gitosis instalado, agora voce deve criar um usuário para o git. O usuário que o autor recomenda é o usuário git, sem password válido, e ele pode ser criado com o comando:

sudo adduser \
--system \
--shell /bin/sh \
--gecos 'git version control' \
--group \
--disabled-password \
--home /home/git \
git

Se a criação do usuário foi feita com sucesso, deve aparecer algo como:

Adding system user `git'...
Adding new group `git' (211).
Adding new user `git' (211) with group `git'.
Creating home directory `/home/git'.

Após criado o usuário no servidor, é necessário criar uma chave rsa no seu computador. Para isto utilizamos o ssh-keygen e o comando para criar uma chave rsa é (digitado no seu computador):

ssh-keygen -t rsa

Após executado o comando a chave pública e privada são criadas em ~/.ssh

Para copiar a chave gerada para o servidor podemos utilizar o comando abaixo:

scp .ssh/id_rsa.pub git@ENDERECO DO SERVIDOR:/tmp

No servidor, para iniciar o servidor basta digitar:

sudo -H -u git gitosis-init < /tmp/id_rsa.pub

É necessário ter permissão no arquivo post-update, portanto digite:

sudo chmod 755 /home/git/repositories/gitosis-admin.git/hooks/post-update

Agora em sua máquina execute:

git clone git@ENDEREÇO DO SERVIDOR:gitosis-admin.git
cd gitosis-admin

No diretório gitosis-admin haverá um arquivo chamado gitosis.conf que será utilizado para a configuração do gitosis.

Adicionando um novo projeto

Para se adicionar um novo projeto adicione as linhas no gitosis.conf com as informações do seu novo projeto:


[group meu_time]
members = nome_do_usuario
writable = nome_novo_projeto

Deste modo, voce criará permissão para o usuário no seu novo projeto

Após alterado o arquivo gitosis.conf dê commit nele para o servidor:

git commit -a -m "Permissão de acesso ao novo projeto para o usuário"
git push

Agora deve-se criar o repositório e enviá-lo:


mkdir nome_novo_projeto

cd nome_novo_projeto
git init
git remote add origin git@NOME_SERVIDOR:nome_novo_projeto.git

#Adicione arquivos e dê commits (git add, git commit)

git push origin master:refs/heads/master


Adicionando usuários

Para adicionar usuários, deve-se copiar as chaves públicas para o diretório gitosis-admin/keydir


cd gitosis-adimn
cp ~/jose.pub keydir/
cp ~/maria.pub keydir/
git add keydir/jose.pub keydir/maria.pub

no arquivo gitosis.conf adicione:

[group meu_time]
members = nome_do_usuario maria joao
writable = novo_projeto

Dê commit e push:

git commit -a -m "Adicionar permissão à Maria e João ao novo projeto"

Agora Maria e João têm acesso ao novo_projeto.

No windows:

Para adicionar as chaves no windows, criei as chaves utilizando o ssh-keygen no mac
(Lembre-se que ao gerar a chave em outro computador, voce deve editar a chave pública e alterar o usuário pois a chave será gerada para o usuário que está logado no computador que a chave for gerada)

ssh-keygen -t dsa -f

Depois copie para a pasta “c:\Documents and Settings\\.ssh” com os nomes “id_dsa” e “id_dsa.pub”

Utilizando o ssh em outras portas

Para se utilizar o ssh em outras portas deve-se alterar o arquivo ~/.ssh/config

Host meuservidor.com
  Port 1234

Seed Money no Brasil

Aproveitando o assunto do último post, estão surgindo no Brasil vários fundos considerados de Seed Money, porém pelo que eu tenho acompanhado e conversado com outros empreendedores, a visão desses fundos ainda está bem longe do conceito de Seed Money utilizado nos Estados Unidos.

Pelo que eu entendo, o Seed Money é aquele recurso para empresas que estão em fase inicial e precisam de dinheiro para alavancar seu negócio. Nós ainda não enfrentamos todo o processo de analise com investidores, mas pelo que tenho visto, os fundos brasileiros estão procurando empresas que já estão estabelecidas e com bom faturamento. Ainda existe um receio em acreditar nos projetos de Internet igual é feito lá fora.

No Estados Unidos todo esse processo é muito claro. E lá é muito comum também a figura do Angel Investor, normalmente uma pessoa física que vem antes do Seed Money, investe uma verba no começo da idéia, correndo o maior risco, ajudando a torná-la viável e claro faturando mais no final.

Update:
Encontrei essa discussão no Via6, um dos primeiros projetos brasileiros que conseguiu investimento de risco. De acordo com a Exame foram R$2 milhões e a receita deles virá de publicidade e assinaturas.
http://www.via6.com/topico.php?cid=7419&tid=53304

HTML+CSS

Indico a leitura deste post escrito pelo Jason, fundador da 37 Signals, exlicando porque eles evitam desenhar a tela no Photoshop e vão direto para a tela em HTML+CSS.

Dito isso, gostaria de dizer que estamos procurando um profissional que domíne a arte de programar HTML + CSS, e tenha alguma noção de design, para se juntar a nossa equipe. Se você tiver esse perfil, por favor entre em contato.

Venda de convites on-line

Os projetos aqui na Dito continuam a todo vapor. Desenvolvemos o sistema de vendas on-line para a 11ª edição da festa Bananinha, que vai rolar no próximo domingo, no Espaço Província.

Começamos a discutir esse projeto em 2003 mas alguns motivos nos levaram a engavetá-lo por alguns anos. Para essa edição da festa, com as ferramentas que temos hoje e com a parceria firmada com a MoIP, empresa responsável pelas transações on-line, foi possível colocar um piloto do projeto no ar.

Ficamos satisfeitos com o número de ingressos vendidos. O público mineiro é bastante desconfiado e conservador, mas acredito que aos poucos vamos conseguir mudar isso. Fizemos questão de criar um sistema muito fácil e intuitivo, para acabar de vez com o medo de comprar on-line.

Na próxima semana já vamos nos reunir com o cliente e com os parceiros da MoIP para discutirmos melhorias em todo o processo. Pretendemos em breve oferecer essa opção de venda para outros promotores mineiros. O público de BH quer esse tipo de comodidade. Comprar on-line, sem sair de casa, sem filas e poder pagar com cartão de crédito ou débito, transferência ou boleto.

Baú de arquivos mais rápido!

Com o crescimento de usuários do baú fomos sentindo a necessidade de ampliar a capacidade de nossos servidores.No último final de semana a capacidade de processamento do baú foi expandida para continuar com uma boa resposta aos usuários. Também foram feitas algumas  atualizações e dentre elas podemos destacar:

-Agora voce pode adicionar como amigo uma pessoa que tem um arquivo compartilhado com voce, diretamenteda tela de compartilhamento.

-Os comentários de todas as versões ficam na página do arquivo e um comentário é adicionado quandose remove ou inclui uma nova versão.

Continuamos recebendo comentários a respeito do sistema e eles têm sido muito importantes para que possamos direcionar o constante  desenvolvimento do produto.

O que você faz com o seu tempo?

Para responder essa pergunta e para possibilitar a Mariana, nova integrante da equipe Dito, familiarizar-se com nossa metodologia de desenvolvimento e com o Ruby on Rails, nós estamos desenvolvendo um aplicativo que foi chamado de comTempo.

O comTempo é um sistema que ajuda no controle do seu tempo, permitindo que você adicione as atividades que realiza e o tempo que gasta em cada uma delas.

A idéia do comTempo surgiu com a necessidade de controlar as atividades que realizamos aqui no trabalho e também para manter um histórico dos esportes que pratico. Uma das minhas metas para 2008 é fazer esporte todos os dias, variando sempre para não cair numa rotina. Com o comTempo vou ter como me policiar para conseguir isso.