Integração de CRM no e-commerce e ERP não é um bicho de 7 cabeças!

Tempo de leitura: 4 minutos

Integrar um novo sistema nunca é uma tarefa fácil, posso imaginar sua dor de cabeça ao ouvir a palavra “integração”… Todos aqueles termos técnicos que só sua equipe de TI entende, a demora, a espera…

Mas calma que esse post foi feito para esclarecer os principais pontos de uma integração, para você ver que ela não precisa se tornar um bicho de 7 cabeças.

A primeira coisa em uma integração com a Dito que você precisa entender é o processo de carga da base. No momento que você integra, os novos clientes e os novos eventos (compra, navegou na categoria X, etc) já serão captados pela plataforma automaticamente. Contudo os clientes antigos e os eventos retroativos precisam ser importados para que você tenha esse histórico.

Na Dito, a importação dos seus usuários pode ser feita na própria plataforma através de um arquivo.csv que contenha os dados cadastrais dos seus clientes. Basta que cada cliente possua um identificador (que pode ser o e-mail, CPF ou um ID numérico). Para acessar nossos modelos de arquivo csv é só clicar aqui para modelo de usuários e aqui para modelo de eventos.

Essas mesmas informações são necessárias para a importação das suas compras só que neste caso também precisará da data de compra, algum identificador do pedido (ID da transação efetuada) e identificador do produto (ID, nome, SKU, etc) <aqui também podemos colocar o link para um arquivo padrão de compras que temos em nossa documentação>.

Integração Online (E-commerce)

A única coisa que você tem que se preocupar nessa integração é liberar o acesso ao seu GTM para a Dito. Caso não tenha, você deve colocar um código javascript da Dito em todas as suas páginas e pronto!

Integração Offline (ERP de loja física)

ERP é uma ferramenta que muitas marcas usam para cadastrar dados do cliente no ato da compra.

Para extrair os dados das lojas físicas é preciso entender se já existe uma estrutura pronta para a integração. Na Dito usamos um sistema de ETL para isso:

  • E (extração): uma forma de extrair os dados do cliente (exemplo: CSV, view do banco de dados, API, entre outros).
  • T (transformação): mapeamento dos campos pela Dito
  • L (load): sistema de filas que envia os usuários para a plataforma

Pense no ETL como um ovo: a extração é o ovo cru, a transformação é o ovo frito e o load é o ovo em um sanduíche. Ou seja, os dados brutos são transformados em inteligência para você conseguir impactar os clientes da forma correta.

Algumas formas de extração mais comuns são:

Via API

API é como uma janela que o cliente abre para que possamos solicitar os dados. Em um ERP bem estruturado, como Microvix e Millenium é mais seguro.

View no banco de dados

O cliente nos dá acesso ao banco de dados apenas como leitura em uma view que possua os dados cadastrais dos clientes e suas compras.

FTP ou Amazon S3

É como um Google Drive. Todo dia o cliente tem a rotina de subir as bases CSV no FTP ou Amazon S3.

O único trabalho que você terá é no “E” do ETL, ou seja, disponibilizar uma forma da Dito extrair os dados.

Dicas para uma integração sem dor de cabeça

Para resumir, separamos os principais pontos que você deve se preocupar e alertar seu time de TI para que corra tudo bem na integração:

 

  • Google Tag Manager: Se o seu e-commerce já possuir o GTM instalado é bem mais fácil e seguro instalar a Dito.
  • DataLayer: Se os dados a serem importados pra Dito (dados cadastrais do consumidor e dos produtos comprados) já estiverem no seu DataLayer, a integração com a Dito é mais simples e rápida.
  • Plataforma de e-commerce: A Dito já possui integração com plataformas VTEX, Rakuten, Ciashop, FBits ou Xtech. Se você utiliza alguma destas plataformas em seu e-commerce, sua integração com a Dito está garantida!

 

Como ter uma visão única do cliente?

Existe também a possibilidade de integrar os dois ambientes e ter uma visão única do cliente para entender a fundo a jornada de compra. Mas para isso é preciso integrar usando o CPF como chave de acesso único do usuário nos dois canais (on e offline).

Agora, como usar esses dados para criar suas campanhas segmentadas, já é assunto para outro post. Fique ligado no nosso blog, e se inscreva para receber conteúdos exclusivos!

 

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