Se você trabalha constantemente com e-mail marketing, provavelmente, já precisou enviar uma mensagem de errata.

A arte ficou maravilhosa, o assunto está atraente, o call to action (CTA) está bem posicionado e a sua campanha tem tudo para ter uma excelente taxa de abertura. Entretanto, assim que clicou para enviá-la, você notou que algo no conteúdo estava errado.

Diante deste cenário, quais tratativas você deve executar? Confira na sequência.

Todo erro merece uma “errata”?

Nem todo e-mail marketing contendo um erro precisa de uma errata, afinal, existem diferentes níveis de falhas que você pode cometer. E são estes níveis que vão determinar o tipo de ação que você terá que tomar para conter os danos causados por estes erros.

Sabemos que muitos erros não causam dano algum à imagem da empresa, ao propósito da campanha, ou à possibilidade dos seus contatos converterem.

Algumas vezes os erros são tão pequenos que enviar uma errata, um e-mail de desculpas, ou qualquer outra medida paliativa vai acabar chamando ainda mais atenção para o erro, portanto é melhor deixar como está.

É possível aceitar como erros pequenos: linhas ou complementos em branco, pequenos erros de digitação, variáveis que foram quebradas, envios que saíram antes ou depois do programado e erros na renderização de imagens, ou ainda enviar e-mails mais de uma vez para o mesmo destinatário.

E quando o erro é grave?

Pode ser que você tenha mandado alguma imagem errada, ou um link quebrado, ou ainda ofertas que não existem de fato.

Neste caso o erro é um pouco mais grave e precisa de uma ação sua. Mas nada é impossível de remediar. Você pode sempre atualizar o arquivo de imagem no seu servidor, utilizando o mesmo nome e, desta maneira, os usuários terão acesso à imagem certa.

No caso de links, basta criar um redirecionamento dentro do seu ambiente. Assim, mesmo clicando no link “errado” que você mandou, o usuário será redirecionado para a página certa.

E caso você tenha enviado algum produto, ou oferta que não estão mais disponíveis, atualize sua landing page com uma mensagem que deixe claro o equívoco, e seja sempre bem simpático.

E se for mais grave ainda?

Se o seu erro foi ainda mais grave e pode impactar além da experiência dos seus usuários, a maneira que eles vem e entendem os valores da sua marca, aí a atitude tem que ser mais complexa.

Em diversos casos este tipo de erro está relacionado a alguma gafe ou mensagem ofensiva. Mas ainda assim há uma saída.

Quando algo assim acontece, transparência é sempre a melhor saída. No entanto é fundamental envolver todos os setores da sua empresa que lidam com os clientes para que o posicionamento e as respostas da empresa com relação ao problema sejam sempre alinhadas.

Concluindo…

Todos estamos suscetíveis a erros. Provavelmente vamos cometê-los mais de uma vez. No entanto, adote sempre processos que otimizem suas tarefas, que as deixem mais automáticas e seguras.

Conte também com processos e parceiros para checagem dupla e tripla, se necessário. Assim você vai minimizar as chances de fazer algo errado.

E então, o que achou destas sugestões? Deixe a sua opinião nos comentários.

Postagens similares

Imagem ilustrativa de uma pessoa em dúvida.

Como, quando e por que enviar um e-mail de errata? Veja!

Se você trabalha constantemente com e-mail marketing, provavelmente, já precisou enviar uma mensagem de errata.

A arte ficou maravilhosa, o assunto está atraente, o call to action (CTA) está bem posicionado e a sua campanha tem tudo para ter uma excelente taxa de abertura. Entretanto, assim que clicou para enviá-la, você notou que algo no conteúdo estava errado.

Diante deste cenário, quais tratativas você deve executar? Confira na sequência.

Todo erro merece uma “errata”?

Nem todo e-mail marketing contendo um erro precisa de uma errata, afinal, existem diferentes níveis de falhas que você pode cometer. E são estes níveis que vão determinar o tipo de ação que você terá que tomar para conter os danos causados por estes erros.

Sabemos que muitos erros não causam dano algum à imagem da empresa, ao propósito da campanha, ou à possibilidade dos seus contatos converterem.

Algumas vezes os erros são tão pequenos que enviar uma errata, um e-mail de desculpas, ou qualquer outra medida paliativa vai acabar chamando ainda mais atenção para o erro, portanto é melhor deixar como está.

É possível aceitar como erros pequenos: linhas ou complementos em branco, pequenos erros de digitação, variáveis que foram quebradas, envios que saíram antes ou depois do programado e erros na renderização de imagens, ou ainda enviar e-mails mais de uma vez para o mesmo destinatário.

E quando o erro é grave?

Pode ser que você tenha mandado alguma imagem errada, ou um link quebrado, ou ainda ofertas que não existem de fato.

Neste caso o erro é um pouco mais grave e precisa de uma ação sua. Mas nada é impossível de remediar. Você pode sempre atualizar o arquivo de imagem no seu servidor, utilizando o mesmo nome e, desta maneira, os usuários terão acesso à imagem certa.

No caso de links, basta criar um redirecionamento dentro do seu ambiente. Assim, mesmo clicando no link “errado” que você mandou, o usuário será redirecionado para a página certa.

E caso você tenha enviado algum produto, ou oferta que não estão mais disponíveis, atualize sua landing page com uma mensagem que deixe claro o equívoco, e seja sempre bem simpático.

E se for mais grave ainda?

Se o seu erro foi ainda mais grave e pode impactar além da experiência dos seus usuários, a maneira que eles vem e entendem os valores da sua marca, aí a atitude tem que ser mais complexa.

Em diversos casos este tipo de erro está relacionado a alguma gafe ou mensagem ofensiva. Mas ainda assim há uma saída.

Quando algo assim acontece, transparência é sempre a melhor saída. No entanto é fundamental envolver todos os setores da sua empresa que lidam com os clientes para que o posicionamento e as respostas da empresa com relação ao problema sejam sempre alinhadas.

Concluindo…

Todos estamos suscetíveis a erros. Provavelmente vamos cometê-los mais de uma vez. No entanto, adote sempre processos que otimizem suas tarefas, que as deixem mais automáticas e seguras.

Conte também com processos e parceiros para checagem dupla e tripla, se necessário. Assim você vai minimizar as chances de fazer algo errado.

E então, o que achou destas sugestões? Deixe a sua opinião nos comentários.

Posts Similares

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *